A condição da mente humana no pecado

Atualizado: Set 24



Após a sua Queda, o ser humano ficou suscetível ao erro e a uma mentalidade maldosa; tudo que era contra Deus e a sua Glória o homem e a mulher começaram a pensar. Quando a raça humana começou a aumentar em número, nasciam cada vez mais filhas (mulheres), e os filhos de Deus perceberam que as filhas dos homens eram bonitas. Então, passaram a prestar atenção nelas e a escolher aquelas mulheres como esposas. Deus disse “Por causa da malignidade do ser humano mortal, o Espírito que lhe dei não permanecerá nele para sempre; portanto, ele não viverá além dos cento e vinte anos”. (Gênesis 6.3 BKJ).


Deus viu que a maldade do homem estava fora de controle, o ser humano estava entregue a uma mentalidade depravada e escura, pois ele não caminhava mais com Deus para extrair dele a vida. Os pensamentos sujos tomaram conta do coração humano. “Contudo, o Senhor observou que a perversidade do ser humano havia crescido muito na terra e que toda a motivação das ideias que provinham das suas entranhas era sempre e somente inclinada à prática do mal.” (Gênesis 6.5 BKJ).


Paulo nos expõe a sua ideia sobre essa condição da mente humana:

“Porquanto, mesmo havendo conhecidos a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe renderam graças; ao contrário, seus pensamentos passaram a ser levianos, imprudentes, e o coração insensato deles tornou-se trevas”. (Romanos 1.21 BKJ).

O que Paulo mostra é que a loucura da mente humana está relacionada à desobediência a Deus, e que toda a humanidade é indesculpável diante da revelação da Soberania de Deus e os seus atributos revelados na criação, e que Deus trouxe o juízo para o homem e sua pecaminosidade, entregando-o aos seus próprios desejos: “Além do mais, considerando que desprezaram o conhecimento de Deus, Ele mesmo os entregou aos ardis de suas próprias mentes depravadas, que os conduz a praticar tudo que é reprovável”. (Romanos 1.28 BKJ).


A mente humana sem a revelação de Deus está inserida na escuridão, no caos completo, sem forma e sem vida. O Espírito Santo tem o papel de iluminar a nossa mente para que possamos experimentar a boa, a perfeita e a agradável vontade de Deus, em todos os sentidos de nossas vidas.


Não adianta brigarmos para que o ser humano venha aceitar a Cristo, se ele não for convencido do seu pecado, ou seja, da sua própria vontade e desejo de estar no barro. Para Deus existem somente dois tipos de seres: os “vivos” e os “mortos”. Aqueles que estão no barro sem o fôlego de vida, e os que aceitaram a Vida.


Um famoso artista do rock brasileiro escreveu num diário as suas dores e inconformismo com a sua própria depravação e angústia. Ele escandalizou toda a sociedade nos anos 80 e 90 ao assumir ser homossexual e dependente químico. Ele se dizia cantor de barro, pois, estava inserido no seu próprio caos, e não conseguia sair dele. Essa confissão chamou a minha atenção, uma vez que tenho conversado com muitas pessoas, inclusive jovens que têm saído da Igreja para tocar no barro do mundo. Eu tive o conhecimento desse lado da vida do artista numa exposição que visitei no MIS (Museu da Imagem e Som). No momento que estava presente no museu, confesso que fiquei completamente sem ação ao ler trechos escritos pelo próprio artista, sobre a sua vida e carreira. Não fazemos ideia do que se passa na mente de cada ser humano até que nos deparamos com a Mensagem do Evangelho, que nos transforma de dentro para fora.


A condição da mente humana no pecado.


“Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus”. (Romanos 3.23 ACR).

A condição do ser humano é o pecado, isso é pela escolha da sua natureza. Além de compreendermos quem é Jesus de Nazaré, precisamos entender quem nós somos.


Jesus de Nazaré é apontado como o Senhor do céu (divindade), mas também é reconhecido como o Salvador dos pecadores. Isso nos mostra a sua totalidade como Deus e como homem. A missão de Jesus foi realizar sinais e maravilhas em favor de pessoas necessitadas por um Caminho de Verdade e de Vida.


John Stott diz que “Somente depois de contemplarmos claramente quem somos, teremos condições de perceber a beleza do que Ele fez por nós e está pronto a nos oferecer”. É fato, precisamos compreender quem nós somos para que tenhamos uma ação de transformação. A realidade humana é pecaminosa, não podemos fugir dessa condição, a não ser que reconheçamos a dependência de um Salvador.


O pecado é uma realidade presente na vida do homem. Desde a sua queda, o ser humano está destinado a nascer no pecado e iniquidade. O rei Davi escreveu uma oração, reconhecendo a sua limitação, quando o profeta Natã o confrontou, depois que o rei cometeu adultério com Bate-Seba. Davi orou: “Reconheço que sou pecador desde o meu nascimento. Sim, desde que me concebeu minha mãe”. A nossa mente está sujeita ao pecado. Devemos entender que tanto a nossa mente como coração precisam da obra de Cristo. Não adianta pensarmos nas coisas do alto, se o nosso coração não estiver lá. O nosso íntimo não tem força para lutar contra o pecado, somente pela graça de Deus encarnada em Cristo. Davi continuou a sua oração “Pois no meu íntimo reconheço as minhas transgressões, e trago sempre presente o horror do meu pecado”.


Quando reconhecemos a nossa condição e dependência de um Salvador, o véu é tirado da nossa mente e coração; assim, podemos clamar pela graça de Deus, que é a nossa força contra o mal que está dentro de nós.


Davi reconheceu a sua condição “pequei contra ti, contra ti somente, e pratiquei o mal que tanto reprovas”. Por mais que ele tenha sido conhecido como o homem segundo o coração de Deus, Davi teve de se humilhar para ter a presença de Deus novamente. O pecado nos leva a ofender a Deus, bem como ao próximo. O que Deus mais deseja é a verdade de dentro para fora.


O Homem e o seu pecado


Por meio da aceleração da ciência e da tecnologia, nós podemos ver que a abertura ao conhecimento presente tem apontado para muitos que o problema do mal na sociedade está no próprio homem, e não somente na sociedade que o homem vive.


O pecado é algo universal – quase todos os escritores dos livros da Bíblia apontaram esse fato. O rei Salomão disse: “Na verdade que não há homem justo sobre a terra, que faça o bem, e nunca peque”. O apostolo João nos ensinou: “Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós”.


Da mesma forma que Davi sabia sobre a maldade que havia dentro da natureza humana, Jesus declarou que somente Deus (o Divino) era bom. Jesus disse: “por que me chamas bom? Ninguém é bom, senão um, que é Deus”. Mesmo sendo homem-Deus, Jesus apresentou a sua condição humana, sabendo que estava dentro de uma esfera terrena e, portanto, sujeito à tentação, bem como ao pecado. Porém, Ele tinha sua mente e coração voltados para o Pai.


Não temos um Sacerdote que não experimentou fraqueza e provações, pelo contrário, Jesus conheceu a nossa realidade humana. Ele viveu entre os pecadores e doentes e disse que para esses Ele se fez carne, para salvá-los de sua realidade humana (Hebreus 4.15 BKJ). Jesus Cristo não teve nojo da humanidade. Ele tinha a mente divina, e por conta dessa perspectiva celesital, Ele olhava o homem caído da forma que Deus o enxerga a sua imagem e semelhança.


“E Jesus, passando adiante dali, viu assentado na alfândega um homem, chamado Mateus, e disse-lhe: Segue-me. E ele, levantando-se, o seguiu. E aconteceu que, estando ele em casa sentado à mesa, chegaram muitos publicanos e pecadores, e sentaram-se juntamente com Jesus e seus discípulos. E os fariseus, vendo isto, disseram aos seus discípulos: Por que come o vosso Mestre com os publicanos e pecadores? Jesus, porém, ouvindo, disse-lhes: Não necessitam de médico os sãos, mas, sim, os doentes”. (Mateus 9.9-12 ACR)

Jesus mostrou que veio revelar misericórdia aos pecadores de fora, pois os fariseus já conheciam a religião e encobriam sua natureza pecaminosa com o conhecimento arrogante da Lei. Jesus disse: “Portanto, ide aprender o que significa isto: “Misericórdia quero, e não sacrifícios”. Pois não vim resgatar justos e sim pecadores”.


Jesus estava trazendo uma nova forma de pensar, sem barreiras e demagogias, Ele estava revelando sobre a mentalidade sem preconceitos e julgamento, pois todos os homens estavam debaixo da mesma forma de vida “pecaminosa”. O teólogo Eugene H. Peterson transcreveu algo interessante que Jesus disse em Mateus 7.1-5: “Não bombardeiem de críticas as pessoas quando elas cometem um erro, a menos que queiram receber o mesmo tratamento. O espírito crítico é como um bumerangue. É fácil ver uma mancha no rosto do próximo e esquecer-se do feio riso de escárnio no próprio rosto. Vocês têm o cinismo de dizer: ‘Deixe-me limpar o seu rosto’, quando o rosto de vocês está distorcido pelo desprezo?”.


O que é pecado?


Precisamos entender que no panorâmico bíblico existem três eras:


QUEDA: o afastamento do homem da presença de Deus e a abertura ao pecado na vida humana. O que inclui nossa esfera biológica, psicológica e social. O que hoje reflete o distanciamento de uma vida sadia e equilibrada.


RECONCILIAÇÃO: O ponto de início da obra de Cristo, onde Deus se fez homem e através da sua obra reconciliou com Ele todas as coisas, entre o céu e a Terra, as esferas visíveis e invisíveis, sejam tronos ou soberanias. Tudo foi reconciliado na cruz. Concentrando em Deus a inspiração de existência, e a sua comunhão em nosso cotidiano.


REDENÇÃO: Onde o homem vive com Cristo a partir do momento em que ele aceita crer no Filho de Deus, é batizado e tem uma vida separada da pecaminosidade. O homem recebe o Espírito da Verdade, que testifica dentro dele que é filho de Deus, e que toda sua vida humana está sendo restaurada através da redenção de Jesus o Cristo


Para que tudo isso fique claro, o homem que ainda não está em Cristo e não tem o seu entendimento renovado e vivificado, não poderá compreender a sua condição de pecador.


A palavra “pecado”, na Bíblia, tem uma característica negativa, segundo John Stott. Ele escreveu que “Quando considerado de forma negativa, o pecado é entendido como falha ou defeito, identificado por algumas palavras como lapso, deslize ou erro. Também é retratado como fracasso ou falha ao tentar atingir um alvo. Outras vezes, na Bíblia, a palavra pecado é identificada como maldade que vem de dentro, Stott diz: “uma disposição interna para o mal”. O pecado é transgressão, o que pode ser descrito como o ato de transpor um limite, transgredir a lei ou violar a justiça. Foi esse ato que Adão cometeu. Deus disse: “Eis que agora o ser humano tornou-se como um de nós, conhecendo o bem e o mal. Não devemos permitir que ele também estenda a sua mão e tome do fruto da árvore da vida e comendo o possa viver para sempre”.


Aquele que sabe fazer o bem, mas não o faz, é pecador! Um dos exemplos de transgredir é quebrar os mandamentos, mesmo que resumidos por Jesus. Quando Jesus estava ensinando, alguns líderes religiosos estavam observando o seu discurso. E um deles fez uma pergunta: “Qual é o mais importante de todos os mandamentos?”. Jesus de prontidão respondeu: “O primeiro mandamento é: Ame o Senhor seu Deus com toda a paixão, toda a fé, toda a inteligência e todas as forças. O Segundo é: Ame o próximo como a você mesmo”.


Jesus nos mostrou a importância de vivermos nesses mandamentos. A transgressão de não amar a Deus é quando colocamos algo ou alguém em primeiro lugar em nossos pensamentos e em nossos corações, no lugar do Senhor.


John Stott resume que “pecado é fundamentalmente a exaltação do eu à custa de Deus”. Ele ressalta que Jesus prezou em nos conduzir a guardar esse mandamento de amar a Deus acima de todas as coisas, com todo o nosso coração, com toda a nossa alma e com todo o nosso entendimento, para que a sua vontade fosse o nosso guia e a sua glória o nosso alvo. Colocar Deus em primeiro lugar em nossos pensamentos, palavras e atos, no trabalho e nos prazeres da vida, na amizade e no relacionamento, no uso dos recursos financeiros, em nosso tempo e gasto de talentos, é amá-lo. Para nós que somos seres limitados é difícil, porém para Jesus Cristo de Nazaré era prazeroso. Em tudo que fazia, Jesus incluía Deus, e Deus incluía Jesus nos resultados.


Mas, com a nossa mente focada nas coisas de baixo, no cotidiano e suas dificuldades, acabamos transgredindo contra Deus, deixando de amá-lo. A quebra desse mandamento nos levará a praticar algo que Deus abomina: a idolatria a imagens de esculturas. A


Idolatria Mental


Muitos de nós nunca fizemos imagens para adoração, porém, por não dependermos de Deus, a nossa mente projeta em quem colocaremos a nossa confiança. Então, quantas imagens a nossa mente não acumula? A idolatria brota na corrupção do nosso interior. O apóstolo Paulo escreveu em suas cartas aos Romanos: “Trocaram a glória do Deus imortal por imagens confeccionadas conforme a semelhança do ser humano mortal, bem como de pássaros, quadrúpedes e répteis”.


Recentemente escrevi um livro sobre a aceleração da pornografia dentro da Igreja cristã contemporânea, com o título “Da Cultura Pornográfica à Alegria da Salvação”. Desde então, tenho recebido alguns convites para palestrar nas igrejas sobre o tema. Infelizmente, jovens, adultos, solteiros, casados, homens, mulheres e crianças têm utilizado a imoralidade sexual como fuga. É um pecado silencioso e muitos alegam: “Mas não tem problema, é uma coisa que está no mundo”. Pois então, este é o fato, a pornografia é um padrão mundano de se pensar. As imagens ficam registradas em nosso campo de memória e somos levados a pecar mentalmente, com pensamentos impuros.


Por conta da idolatria a si mesmo e ao próximo, o espírito de prostituição e fornicação tem entrado nas mentes e tirado a atenção de pensarmos em Deus. Paulo argumentou sobre a decadência humana, que o fato estava na ira de Deus por causa do abandono do homem à sua vontade: “Por esse motivo, Deus entregou tais pessoas à impureza sexual, segundo as vontades pecaminosas do seu coração, para a degradação de seus próprios corpos entre si. Porquanto trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram objetos e seres criados, em lugar do Criador, que é bendito para sempre. Amém!”.


A nossa imaginação faz parte de uma das faculdades do nosso campo mental, e se não voltarmos a pensar nas coisas que são do alto, seremos conduzidos ao padrão de um mundo sem Deus. Paulo escreveu um alerta aos romanos: “E não vos moldeis ao sistema deste mundo, mas sede transformado pela renovação das vossas mentes”15. A


Vergonha e a Culpa


Muitas coisas acontecem dentro de nós nas áreas mais escuras e ocultas de nossas mentes, onde as pessoas não conseguem ver, e por vergonha, nós tentamos esconder até de nós mesmos.


Recentemente tive a oportunidade de aconselhar um rapaz que a vida toda “lutou” contra a sua natureza homossexual. Por medo de ser exposto, ele declarava que estava liberto, mas nunca deixou a luz de Cristo realmente ir aos lugares e campos feridos de sua memória e coração. O medo de ser “descoberto” o fez se calar.


Após vários relacionamentos heterossexuais frustrados, ele não aguentou mais e resolveu pedir ajuda; então, iniciamos uma conversa. Ao falar sobre palavras pejorativas que recebeu sobre sua sexualidade, esse jovem teve medo de assumir sua condição, pois não queria ser “abominável” a Deus e aos seus pais. Todavia, nenhuma pessoa estava preocupada com ele, porque sempre mostrou estar sem problemas, até mesmo suas “namoradas” acreditavam nele.


Ao terminarmos a primeira conversa, disse a ele: “você precisa deixar Jesus trazer luz sobre os seus medos, e também ver que a sua condição é a de ser amado por Deus, e não condenado”. Esse rapaz começou a chorar e a falar das muitas vezes que entrava em sites pornô gays, porque era reprimido em seus sentimentos; contudo, em sua vida durante as madrugadas e sozinho com o aparelho eletrônico, ninguém tinha acesso a sua liberdade.


Ouvi tudo o que ele disse sobre isso, e falei: “O Eterno vê todas as coisas. O seu olho pode penetrar os lugares mais sombrios da sua mente e alma, além de penetrar o seu coração. Deus nos vê como realmente somos, nus, absolutamente sem nada. Ele contempla a nossa vergonha. E assim, como cobriu a vergonha de Adão e Eva, Ele nos cobre com o sangue de Cristo”.


Estamos num processo de acompanhamento e conversas. A cada encontro esse jovem está mais seguro do amor de Deus, revelado por Jesus Cristo.


Mente em Deus


Como cristãos e filhos de Deus, precisamos compreender que a nossa caminhada com Ele é um processo. Não adianta escondermos das pessoas e abafarmos a nós mesmos, tentando crer que não temos pecado, seremos mentirosos. O amor de Deus precisa penetrar os campos da nossa mente, para que possamos experimentar a sua boa, agradável e perfeita vontade.


Deus nos revela o seu amor, que traz vida em sua totalidade. O nosso maior campo de batalha é a nossa mente, que nos conduz às vontades contaminadas pela maldade da Queda. Não será do dia para a noite, que essa transformação virá, no entanto, é uma transformação gradativa, de glória em glória, em nossa caminhada diária.


Por mais que estejamos rodeados de problemas, não podemos entregar a nossa mente a isso – por mais que não saibamos o que fazer e como fazer, a nossa obrigação como filhos de Deus é de entregarmos a situação atual que vivemos nas mãos do Pai e crermos que Ele não nos abandonou. Podemos cair, mas não ficarmos prostrados, nem permitir que o diabo e suas hostes da maldade nos arrastem para a margem daquilo que o Pai tem para nós.

“Mas todos nós, que com a face descoberta contemplamos, como por meio de um material espelhado, a glória do Senhor, conforme a sua imagem estamos sendo transformados com glória crescente, na mesma imagem que vem do Senhor, que é o Eterno”. (2 Coríntios 4.18 BKJ).

Há muito mais do que podemos ver, o que poderá nos levar a crer que “aquele que iniciou a boa obra em vós, há de conclui-la até o Dia de Cristo Jesus”.


Nós vivemos numa esfera de enfermidade emocional, mental e espiritual, que nos aterroriza de forma gritante. À vista disso, não devemos andar como se não tivéssemos foco, pois cremos que na cruz Deus iniciou uma obra de restauração, que é gradativa. Caso a nossa mente nos conduza para níveis marginais, temos de olhar para cima, de onde vem a Salvação.


O rei Davi em suas guerras e angústias, sabia que a sua Salvação vinha do alto, ele não olhava para o terror das batalhas, porém mantinha a sua mente e olhos em Deus:


“Levantarei os meus olhos para os montes, de onde vem o meu socorro. O meu socorro vem do Senhor que fez o céu e a terra. Não deixará vacilar o teu pé; aquele que te guarda não tosquenejará”. (Salmo 121:1-3 ACR)

Esse artigo é um capítulo do livro: A Mente Profética.




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